Pelo menos, uma coisa sei…

Força, Luz, Espiritualidade

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Reflex√£o
Pelo menos, uma coisa sei…

Respondeu ele pois, e disse: Se é pecador, não sei; uma coisa sei, é que, havendo eu sido cego, agora vejo. João 9:25

√Č poss√≠vel afirmar que, no mundo do conhecimento, duas realidades n√£o conseguem ser ignoradas: a realidade l√≥gica e a realidade psicol√≥gica. A realidade l√≥gica √© constru√≠da a partir de formas de racioc√≠nio que devem ser aceitas pela vida social. A realidade psicol√≥gica √© constru√≠da por formas de racioc√≠nio baseadas na experi√™ncia emocional de pessoas individuais, sem a necessidade da aprova√ß√£o social.

Jesus viveu em uma sociedade onde o dia do ‚Äús√°bado‚ÄĚ somente permitia comportamento religioso que n√£o implicasse esfor√ßo f√≠sico. Mesmo assim, ele curou um cego no dia do s√°bado e o mandou lavar-se no Tanque de Silo√© (comportamento que as autoridades religiosas condenaram, considerando-o como em desrespeito ao descanso sab√°tico). Pressionado, o ex cego se limitou a narrar sua viv√™ncia pessoal: ‚ÄúEu era cego e, agora, vejo‚ÄĚ.

Nossa realidade espiritual é estruturada, essencialmente, pelas nossas vivências individuais. A narrativa social pode procurar desautorizar nossa experiência íntima. Dentro de nós, entretanto, a vivência pessoal não consegue ser apagada. Ser cristão é, antes de mais nada, aceitar o senhorio interno da autoridade do Cristo.

A ele seja honra, glória e poder!

Graça e paz, Deus os abençoe!

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Autor:
Pedro Tomas, AM

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